quarta-feira, 30 de março de 2011
Folclórico, mas bom de bola
terça-feira, 29 de março de 2011
A Copa 2 de Julho fortalece o trabalho de base na Bahia
sábado, 26 de março de 2011
Concorra a duas camisas retrô do ídolo Bobô
terça-feira, 22 de março de 2011
Dica cultural: Bobô indica livro 'O Mundo é bárbaro'
sexta-feira, 18 de março de 2011
É necessário criar uma aposentadoria especial para ex-atletas
Tricolor irá casar vestido com camisa autografada pelo ídolo Bobô
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| Bobô e o fã Diogo. Foto: Paulo Neves |
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| Bobô autografando as camisas de Diogo. Foto: Paulo Neves |
é jornalista esportivo e escritor, autor do livro A União de uma Nação, sobre o título brasileiro de 1988, conquistado pelo Bahia, e escreve para o blog www.leandrosilva81.blogspot.com . No twitter @leandrosilva81
quinta-feira, 17 de março de 2011
Força, Japão
O momento é muito difícil. Tenho certeza, entretanto, que os japoneses terão muita força para reconstruir o país, mais uma vez. Neste momento, todo o mundo está orando pelo Japão, independente de suas etnias e crenças. Estamos enviando pensamentos positivos para que o caminho para a reconstrução seja menos árduos e para que a dor da perda seja diminuída.
Força, nação japonesa.
Bobô
quinta-feira, 3 de março de 2011
Em 2009 Caetano Veloso assistiu a jogo em Pituaçu ao lado de Bobô
O Pituaço, que é como a torcida do Bahia chama o estádio de Pituaçu, é bonito pra caramba. E ver a Bamor é experiência única. A Bahia é o único lugar onde se vê futebol com samba-reggae. E as palmas sincopadas que a galera bate? Só a elegância sutil de Bobô - que rima perfeitamente com a risada de Andy Warhol: gente do passado, lembra de “O rock errou”?, e das rimas de Rita em “Esse tal de Roque Enrou”?, também: conhecem rima toante, poesia espanhola, J.C. de Mello Neto? - a elegância de Bobô, eu dizia, por si só, já valeria uma ida ao novo estádio (que o governo de Jaques Wagner entrega à cidade com naturalidade suficiente). Mas o povo de Salvador naquele lugar, sob aquela luz e reagindo com aquele suingue, é luxo só. Tive enormes saudades de Tom. Ele teria adorado. O jogo, o Bahia contra o Poções (time da cidade de mesmo nome, próxima a Conquista, me dizem), foi bom. Começou morno e parecia que ia continuar assim. Mas eu acho que os jogadores do Bahia perceberam que os poçõenses não estavam a fim de levar uma goleada igual à que tinham levado do Vitória (acho que 6 a 0) e reuniram forças e animação para fazer um gol em cada tempo. Os interioranos marcavam homem a homem - e não desistiram de lutar mesmo depois de alvejados. Mas o Bahia conseguiu fazer jogadas bonitas. Mas estas (como é tão freqüente no futebol) não foram as que produziram os gols. Os gols foram surpresas excitantes e algo desconectadas da lógica do jogo. Pensei muito no livro Veneno Remédio, de Zé Miguel Wisnik. E saí feliz.
Saiba o que é pubalgia e como tratar
Os principais sintomas da pubalgia são: dor no púbis, principalmente ao levantar-se, tossir ou chutar, aumento da dor com a corrida e diminuição da abertura das pernas. Em nosso meio esportivo a principal causa de dor no púbis é o treinamento mal executado, principalmente pela falta de alongamento antes e após as atividades físicas, terreno de jogo duro, uso de chuteiras inadequadas e até o não uso das mesmas. O principal fator, entretanto, ainda é a falta de prevenção através de exercícios específicos e o fortalecimento muscular. Essa prevenção deve ser feita pelo médico e fisioterapeuta do clube no momento do exame inicial do atleta, descobrindo desequilíbrios musculares e ósseos que possam vir a desencadear a pubalgia.
Infelizmente, a diversidade de biotipo dos nossos atletas de futebol, associado às condições ruins dos nossos campos, principalmente no futebol amador faz com que os atletas que conseguem se profissionalizar já cheguem nas equipes profissionais com a pubalgia instalada, crônica e de difícil tratamento. Além disso, existe um vício dos nosso atletas em não se submeterem ao tratamento de prevenção porque estão sem sintomas naquele momento, deixando de lado o maior aliado para evitar o surgimento da lesão no púbis, a fisioterapia preventiva.
O tratamento da pubalgia depende de alguns aspectos, mas o principal deles é o sintoma do atleta. Se ele encontra-se na fase aguda de dor intensa, o repouso associado ao uso de antiinflamatórios e fisioterapia é a melhor escolha. Com a melhora da dor inicia-se então o trabalho de reequilíbrio muscular, alongamento e retorno leve às atividades. O uso de infiltrações com corticóides só deve ser feito no atleta como exceção. Ou seja, se o mesmo encontra-se com dor intensa que não obteve melhora com fisioterapia e medicamento. Mesmo assim deve-se pesar muito os riscos e benefícios e sempre procurar evitá-la.
Portanto, podemos concluir que a pubalgia é uma doença perfeitamente prevenível. Depende apenas da prática de medidas simples, baratas e que podem ser feitas dentro do próprio clube, através de uma boa avaliação inicial dos atletas e de programas específicos de prevenção. Para os atletas amadores, que não dispõem dessas facilidades, o conselho é sempre jogar com chuteiras, evitar campos muito duros ou esburacados, fazer alongamentos e fortalecimento muscular e repouso de atividades esportivas assim que os sintomas iniciarem.
Doutor Marcos Lopes
quarta-feira, 2 de março de 2011
Pedro Amorim e Bobô - craques de Senhor do Bonfim e suas semelhanças
Pedro Amorim:Pedro Amorim Duarte, filho de um rico comerciante e fazendeiro da cidade de Senhor do Bonfim, na Bahia, só queria jogar futebol. Dono da bola nas peladas da Praça Nova do Congresso, era o artilheiro mais aplaudido pelos adultos e dividia seus sonhos entre ser profissional de futebol e médico. Por isso, não mentia a seu pai quando dizia que, um dia, se formaria em médico.
Transferido para Salvador, onde estudou no internato do Liceu Salesiano e no Colégio Ipiranga, logo ganhou uma vaga na seleção de novos. Depois aceitou jogar no Esporte Clube Bahia. Nos treinos, seus dribles desmoralizantes no zagueiro Gaia, foram retribuídos com um desleal pontapé. Pedro Amorim desmaiou e foi proibido pelo irmão de jogar futebol. Mas a paixão pela bola foi mais forte e, um ano depois de estrear no Bahia foi emprestado ao Botafogo de Salvador, onde começar a jogar na ponta direita. E foi nessa nova posição e nesse novo clube que despertou interesse do Fluminense do Rio de Janeiro.
O Fluminense vinha de um tri campeonato – 1936/37/38. Pedro Amorim sentiu dificuldades de se entrosar com seus novos companheiros, craques consagrados na seleção brasileira. Quando começou a mostrar seu verdadeiro futebol, sofreu uma entrada violenta do zagueiro Rubens do Madureira e ficou de fora da equipe por um bom tempo. No final do ano de 1941 retornou ao posto de titular e foi convocado para a seleção brasileira pela primeira vez.
Em 1946 foi um ano de ouro para Pedro Amorim. Foi super campeão carioca ao lado de Ademir Menezes, campeão brasileiro pela seleção carioca e, se formou em medicina. Formou em ataques considerados como excepcionais. Na seleção carioca – Pedro Amorim. Zizinho. Heleno. Ademir e Vévé. Na seleção brasileira – Pedro Amorim. Romeu. Leonidas. Tim e Patesco. Pedro Amorim faleceu no dia 25 de setembro de 1989 quando ele já se encontrava clinicando no sertão da Bahia.
Marcou 188 gols em 310 jogos pelo Fluminense e 55 gols pelo Bahia pela seleção brasileira 4 jogos e 2 gols.
Bobô:Raimundo Nonato Tavares da Silva, o Bobô, (Senhor do Bonfim, 26 de novembro de 1962), é um ex-futebolista brasileiro, atacante que despontou no Bahia, mas que também jogou no São Paulo, Flamengo, Fluminense e Corinthians.
Eleito um dos maiores ídolos do Bahia de todos os tempos, Bobô foi o líder da equipe comandada por Evaristo de Macedo, que surpreendeu a todos e conquistou o Campeonato Brasileiro de 1988.Bobô começou sua carreira na Catuense e, em seguida, foi contratado pelo Bahia, clube que defendendeu entre 1984 a 1989.
Em 1989, portanto, após a conquista do Brasileirão pelo Bahia, Bobô teve seu passe negociado com o São Paulo pela soma de U$ 1 milhão, valor exorbitante para os padrões da época. Depois foi emprestado ao Flamengo.
Depois foi negociado com o Fluminense. No tricolor carioca, voltou a viver um bom momento em sua carreira, quando compôs um eficiente ataque ao lado de Ézio.Depois disso, o jogador ainda teve rápidas passagens por Corinthians e Internacional. Todavia, em 1996, com apenas 34 anos de idade, Bobô vestiu a camisa do Bahia mais uma vez, a fim de encerrar sua carreira no clube onde virara ídolo.
No Fluminense, Bobô jogou 25 jogos e marcou 14 gols e sagrou-se campeão da Taça Guanabara de 1992 pela seleção 3 jogos.
sábado, 19 de fevereiro de 2011
Parabéns aos campeões brasileiros
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| O gol do título |
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| O time campeão |
LEANDRO SILVA é jornalista esportivo e escritor, autor do livro A União de uma Nação, sobre o título brasileiro de 1988, conquistado pelo Bahia, e mantém o blog www.leandrosilva81.blogspot.com
Bobô escreveu prefácio de livro sobre o título brasileiro de 1988
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quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Nove jogadores da Copa 2 de Julho pré-convocados para o Sul-americano sub-17
| Foto: Paulo Neves |
Goleiros: Charles (Cruzeiro), Guido (Santos) e Uilson (Atlético-MG)
Laterais: Wallace (Fluminense), Emerson (Santos), Geferson (Internacional) e Claudio Winck (Internacional)
Zagueiros: Josué (Vitória), Matheus (Coritiba), Mateus (Grêmio) e Marquinhos (Corinthians)
Meio-campistas: Marlon Bica (Internacional), Misael (Grêmio), Rodrigo Dourado (Internacional), Allan (São Paulo), Hernani (Atlético-PR), Andrigo (Internacional), Fernando Amorim (Internacional), Guilherme (Vasco), Daniel Corrêa (Cruzeiro) e Alex (Internacional)
Atacantes: Lucas Piazon (São Paulo), Léo (Cruzeiro), Pedro Paulo (Cruzeiro), Adryan (Flamengo) e Diego (Santos).
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Evaristo de Macedo homenageado com camisa retrô personalizada
Para ver a camisa retrô de Bobô acesse o site: http://www.ligaretro.com.br/
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Em eleição de Placar em 1999 Bobô foi escolhido como melhor da história do Bahia
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Bobô escolhido para time dos sonhos do Bahia em eleição do Correio
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Equilíbrio no início do Baiano
LEANDRO SILVA
é jornalista esportivo e escritor, autor do livro A União de uma Nação, sobre o título brasileiro de 1988, conquistado pelo Bahia, e escreve para o blog www.leandrosilva81.blogspot.com
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Custo com divisão de base é investimento
sábado, 15 de janeiro de 2011
Os pilares para o fortalecimento do nosso futebol
Permita-me retornar ao ano de 1989, quando, logo após o segundo título brasileiro do Bahia, declarei que o Estado não veria uma conquista como aquela por, pelo menos, 30 anos. Não disse isso por torcer contra. Muito pelo contrário. O que eu quis dizer é que era preciso prestar atenção para a gestão. Fomos campeões pela qualidade dos jogadores, dedicação, ousadia e pela presença expressiva da nossa torcida em todos os jogos, mas o modelo de gestão já apresentava problemas. Pouca coisa mudou de lá para cá e o mais grave é que estamos em um momento diferente em que as receitas de bilheterias não são mais suficientes para cobrir as despesas.
Concordo que a Federação Baiana de Futebol tem sua parcela de responsabilidade e precisa ser mais rigorosa com relação à qualidade dos gramados dos estádios utilizados no Campeonato Baiano, porque isso interfere no nível técnico da competição. Os clubes, entretanto, são os maiores responsáveis pelo momento do nosso futebol. Os jornais de grande circulação continuam noticiando regularmente o atraso de salários, o pouco investimento na formação de atletas, a recusa em mudar os estatutos, e a ausência de eleições diretas, que inibem a ampliação do número de sócios. Pode até haver uma federação fraca, com clubes fortes, mas o contrário é inviável.
Cabe a todos nós, torcedores, atletas, dirigentes e amantes do futebol baiano realizarmos essa discussão de maneira muito clara para toda a sociedade. E é importante ressaltar que esses problemas não se restringem ao futebol, mas a todos os esportes aqui no Estado. É importante fortalecer as federações com democracia e alternância de poder. O Governo do Estado vem fazendo a sua parte com a reconstrução do estádio de Pituaçu, um dos mais modernos do País, a construção da Arena Fonte Nova, o patrocínio, alguns anos com o “Sua Nota é um Show”, e agora por meio da Embasa. Além da realização, por parte da Sudesb, em parceria com a Uneb, e participação da FBF, de um curso de gestão esportiva, para preparar os nossos dirigentes.
Desde a minha declaração em 1989, quase 22 anos já se passaram. Os clubes baianos têm, portanto, este desafio de se modernizarem, de fato, para chegar a um novo título de tamanha importância dentro dos próximos oito anos para que me desmintam. Torço para que consigam.
Bobô
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Bobô é homenageado por ex-jogadores de futebol

"O motivo da nossa homenagem é um reconhecimento pelo trabalho dele à frente da Sudesb. Pela valorização dos ex-atletas. De vez em quando, ele pega até uns babas com a gente", disse Emo, que chegou a jogar com Bobô no Bahia.
"Eu tenho muito prazer de compartilhar alguns momentos com vocês. É sempre um ambiente muito saudável. A gente busca ajudar a associação, mas o maior trabalho é de vocês, que estão de parabéns pelo momento que a AGAP está vivendo. E espero que continuem conseguindo agregar mais pessoas como vocês", agradeceu Bobô.
Superintendente da AGAP, e ex-jogador do Vitória, Hugo falou sobre a associação. "A finalidade da AGAP não é dar o peixe, mas ensinar a pescar. Tanto para os ex-jogadores, quanto para os atletas em formação. O nosso foco é disponibilizar cursos supletivos, profissionalizantes e até superiores para que o ex-jogador consiga se inserir no mercado de trabalho, após o término da carreira", disse Hugo.
O presidente Sergio Luiz Ferreira explica ainda que a AGAP é associada à FAAP (Federação das Associações de Atletas Profissionais), entidade nacional que repassa recursos para a associação baiana, que proporciona, ainda, auxílio saúde e medicamentos para os associados que estejam doentes. A anuidade para os associados é de 55 reais.
Para maiores informações, basta acessar o site http://www.agapba.com.br/ ou enviando e-mail para agap.ba@faapatletas.com.br.
domingo, 2 de janeiro de 2011
Craque está na seleção do Bahia de todos os tempos do Jornal A Tarde
O jornal A Tarde publicou no primeiro dia do ano uma edição especial em comemoração aos 80 anos do Esporte Clube Bahia. Nesta, foi publicada uma eleição para escolher os 11 titulares do "Bahia de todos os tempos", com os melhores jogadores que já vestiram a camisa do clube, por posição. E Bobô foi eleito para fazer parte dessa equipe dos sonhos.
O time ficou escalado com: Nadinho (goleiro de 1959), Zanata (lateral-direito na década de 1980), Roberto Rebouças (zagueiro na década de 1970), Pereira (zagueiro de 1988) e Romero (lateral-esquerdo nos anos 1970); Baiaco (volante, década de 1970), Paulo Rodrigues (volante, 1988), Bobô (meia, 1988) e Douglas (meia, anos 1970); Marito (atacante, 1959) e Beijoca (atacante, década de 1970).
terça-feira, 16 de novembro de 2010
Bobô indica filme para leitores do Bahia Notícias
"O ex-jogador Bobô, craque que levou o Esporte Clube Bahia ao título de campeão brasileiro de 1988, além da "elegância sutil" cantada por Caetano Veloso, tem verdadeiro amor pelo cinema e pelos filmes de ação. Ele indicou um filme nacional de bastante sucesso.
O filme destacado por Bobô é Tropa de Elite (2007), do diretor José Padilha. Vencedor do prêmio Urso de Ouro de melhor filme no Festival de Berlim 2008, este filme faz parte de uma geração de obras que ajuda a recolocar a cinematografia nacional entre as melhores do mundo. Bobô prefere o Tropa 1 que o também festejado Tropa de Elite 2."
Confira a matéria no site
terça-feira, 31 de agosto de 2010
Revelação da Copa 2 de Julho na seleção sub-16
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| Paulinho - Foto: Paulo Neves |
Natural de Brasília, no Distrito Federal, Paulinho já passou por Corinthians, Santos e Cruzeiro e está desde o ano passado no tricolor baiano."Eu tô muito alegre. Esse é o meu primeiro troféu e espero que muitos outros venham por aí. Essa foi uma competição muito boa, muito pegada. E isso foi até bom para me dar mais experiência", disse Paulinho, no dia em que recebeu o prêmio da Copa 2 de Julho.
A Copa 2 de Julho de futebol sub-17 é realizada desde 2007 pelo Estado, por meio da Superintendência dos Desportos da Bahia - Sudesb, e conta com o apoio da Federação Baiana de Futebol (FBF). Este ano aconteceu a quarta edição da competição. O Internacional, de Porto Alegre, venceu as duas primeiras, e a seleção brasileira vencer as duas mais recentes.



















